O que você precisa saber em 2026 da Reforma Tributária

O fato é que muita gente vai dizer que a Reforma Tributária ainda não começou. Essa leitura é confortável. Só que, na prática, não é bem assim.

Se você vive a rotina imobiliária, já percebeu sinais em 2026. Algumas implementações já começaram a aparecer no dia a dia. E isso muda o foco do jogo: 2026 é o ano de preparação.

Só que preparação, aqui, não é teoria. É rotina bem feita. É lidar com novos dados, novas exigências, mais padronização e, principalmente, mais rastreabilidade.

Por isso, agora não é hora de se prender à pergunta “quanto vou pagar em impostos em 2026?”. O ponto mais importante é outro:

Sua imobiliária vai chegar em 2027 com processos ajustados ao novo modelo e com segurança para operar?

Se a resposta for “ainda não sei”, tudo bem. Porém, esse é exatamente o sinal de que 2026 precisa virar um ano de organização, para você chegar lá com mais tranquilidade.

Ao longo deste post, vamos falar sobre o que realmente merece sua atenção em 2026, sem papo técnico de imposto. Além disso, você vai entender como reduzir ruídos na operação e deixar sua gestão mais conectada com os resultados que quer alcançar daqui para a frente.

Vamos lá?

Por que 2026 é o ano teste

Em 2026, a reforma começa a aparecer no cotidiano da imobiliária. Primeiro, ela entra no documento. Depois, aparece no cadastro. Em seguida, chega ao financeiro. Por fim, começa a pesar no relacionamento com fornecedores.

Ou seja, mesmo com uma transição gradual, a operação já sente o impacto.

O que vai acontecer em 2026, na prática

A primeira mudança tende a ser visual e operacional. IBS e CBS passam a surgir com mais destaque nas rotinas fiscais. Com isso, as notas ficam mais “informativas”. Ao mesmo tempo, o sistema precisa lidar melhor com esse detalhamento e manter tudo organizado.

Para muitas imobiliárias, é a primeira vez que o tributo deixa de ser invisível e vira um item recorrente na rotina.

Quando a nota deixa de ser só formalidade

A partir daí, a nota fiscal deixa de ser apenas um protocolo. Ela passa a influenciar decisões. Isso acontece porque o novo modelo reforça a lógica de crédito ao longo da cadeia. Por consequência, organização de notas e qualidade dos dados começam a separar quem está preparado de quem ainda opera no improviso.

Em outras palavras, o problema não é a nota existir. O problema é a operação não conseguir provar, conciliar e rastrear.

Além disso, fornecedores informais tendem a virar um problema maior.

No modelo antigo, muita operação “dava um jeito”. Só que, em 2026, esse jeito começa a ficar caro. A informalidade perde espaço porque a nota passa a sustentar a rastreabilidade. E a rastreabilidade vira base para qualquer apuração segura.

Outra mudança importante é a exigência de separar informações.

O que é receita da imobiliária? O que é repasse? O que é comissão? O que é taxa? E o que é serviço?

Em muitas empresas, isso ainda aparece misturado. Porém, em 2026, essa mistura tende a gerar ruído. Principalmente quando documento fiscal e financeiro precisam conversar melhor.

Por fim, um tema vai aparecer com mais frequência nas conversas do mercado: split payment.

Em termos simples, é a ideia de separar automaticamente o imposto no momento do pagamento. Isso não significa que tudo vai operar assim em 2026. Ainda assim, o recado é claro: pagamento, documento e imposto tendem a ficar mais conectados. Por isso, conciliação e conferência ganham mais peso.

Resumindo 2026 em uma frase:

2026 é o ano em que a Reforma Tributária começa a mexer no comportamento da operação, mesmo antes de mexer completamente no bolso.

Conclusão

Em 2026, a Reforma Tributária já exige uma mudança de postura. Ela tira a imobiliária do improviso. E leva a operação para uma rotina mais técnica.

Quem usar 2026 para organizar processos, cadastros, emissão e conciliação vai ter vantagem competitiva. Além disso, vai proteger margem. E vai orientar melhor seus clientes em um cenário mais exigente.

Esse caminho fica muito mais simples quando a operação está centralizada em um sistema que conecta contratos, financeiro, recebimentos e emissão.

Com rastreabilidade, controle e rotina de conferência, a transição fica mais segura.

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13 de janeiro de 2026
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